Sampling: (Mk.) [Ingl.] Amostragem. Processo de distribuição de produtos com amostras grátis para que sejam avaliados pelo público-alvo. O sampling pode ser feito por sachês, pequenas amostras, incluir degustações etc., tudo para estimular a experimentação e a compra do produto. Os locais e áreas geográficas são selecionados conforme as características desejadas (classe social, sexo, idade) para aquele tipo de produto.

Saturação: (Dg.) Intensidade ou grau de cromicidade da cor. Quanto maior a distância da cor de sua correspondência em cinza, maior é seu grau de saturação. Brilho, matiz e saturação são os parâmetros universais usados para definição das cores (Ver também Matiz e Brilho).

Serifa: (Dg.) Filete na ponta das hastes de algumas letras, utilizado para facilitar o posicionamento e equilíbrio dos caracteres nos antigos sistemas de impressão tipográficos. Alguns acreditam que a serifa reforça o alinhamento e torna o texto mais legível. No entanto, o surgimento das técnicas de fotocomposição e o desenvolvimento de sistemas de composição digital levaram à criação e difusão de inúmeras famílias de letras não serifadas.

Símbolo: (Dg. Dp.) Forma não verbal, ou predominantemente visual, que sugere ou evoca alguma coisa.

Sinalização: (Dg.) Arranjo de elementos gráficos, associados ou não a palavras, que transmitem informações práticas ao público.

Sistema componível: (Dp.) (Ver Componível).

Sistema homem-máquina: (Eg.) Em ergonomia, este conceito (derivado da biologia) é utilizado para ressaltar o fato de que o projeto de qualquer tipo de máquina, equipamento ou produto não é algo isolado do todo. Ao contrário, deve desenvolver funções e habilidades que complementem aquelas naturais do ser humano.

Sistema Munsell / Código Munsell: (Dg.) Sistema de padrões de cores criado pelo pintor americano Albert J. Munsell (1858-1918), em 1912, a partir da combinação de três variáveis: matiz, claridade e saturação. Este sistema procura solucionar o problema de identificação das cores, muitas vezes descritas de forma vaga. Atribui valores numéricos à presença de cada uma das variáveis numa determinada cor (Ver também Matiz, Claridade e Saturação).

Sketch: (Dp.) [Ingl.] O mesmo que esquete. Esboço de um produto a partir de conceitos definidos, porém sem o detalhamento final. É feito em perspectiva a mão livre e colorido com marcadores.

Styling: (Dp.) [Ingl.] (Ver Cosmética, Face-lifting, Maquiagem).

Superfície de trabalho: (Eg.) Área, geralmente horizontal, sobre a qual se realiza determinado tipo de trabalho. A avaliação de suas características e condições tem especial interesse para a ergonomia.

Take-one: (Mk.) [Ingl.] Folheto com informações sobre as qualidades do produto e embalagens disponíveis. Indicado para eventos, apoio em pontos de venda e abordagens de degustação.

Target: (Mk.) [Ingl.] Refere-se ao público-alvo para um determinado produto ou o foco de uma estratégia de mercado.

Teaser: (Mk.) [Ingl.] Estratégia de predispor o público-alvo antes do lançamento de um produto, idéia ou serviço, por meio de mensagens não assinadas. Isto facilitará sua aceitação, mais tarde, quando o consumidor ficar sabendo do que se trata. Há teasers assinados pelo promotor, porém, sempre ocultando os motivos reais, para despertar curiosidade.

Tendência: (Mk. Md.) Inclinação de certo grupo de pessoas no que diz respeito a comportamento, consumo ou estilo de vida, detectada em pesquisas de mercado. Serve de referência ao design, sobretudo no campo da moda.

Thumbnail: (Dp.) [Ingl.] Desenho a mão livre, geralmente em escala bem reduzida. Antecede o sketch (esquete) e serve para gerar alternativas de projeto.

Tipo: (Dg.) Formato de letras, algarismos e outros caracteres do alfabeto, formando um conjunto de sinais com estilo próprio.

Tipografia: (Dg.) Processo de impressão criado pelo alemão Gutenberg, entre 1445 e 1453, que envolve uma matriz em relevo. Durante séculos serviu à produção de livros e jornais, mas hoje é utilizado apenas na confecção de impressos padronizados como notas fiscais, talões, formulários etc. É também usado para designar o ofício que trata dos atributos visuais da linguagem escrita, envolvendo a seleção e aplicação de tipos, a escolha do formato da página, assim como a composição das letras de um texto.

Totem: (Dg.) Em diversos povos e sociedades totem é um animal, vegetal ou qualquer entidade ou objeto em relação ao qual um grupo ou subgrupo social (tribo, clã) se coloca numa relação simbólica especial, que envolve crenças e práticas específicas, variáveis conforme a sociedade ou cultura considerada. No design, significa uma peça sinalizadora, de exposição vertical, geralmente alta, ocupando pequeno espaço no solo.

Underwear: (Md.) [Ingl.] Termo que se refere à roupa de baixo ou moda íntima.

Urdidura: (Dt.) O mesmo que urdume. Arranjo de fios presentes em todos os tecidos planos, que correm paralelos à ourela (extremidade mais grossa, que dá acabamento à peça), tramados com fios perpendiculares.

Urdume: (Dt.) Fio de urdume. Conjunto de fios dispostos na direção longi tudinal (comprimento) em um tear, através dos quais são lançados os fios de trama, formando o tecido na tecelagem plana. Pode referirse também ao entrelaçamento, ao ato de urdir. O mesmo que urdimento ou urdidura.

Usabilidade: (Eg.) (Do ing l. user-friendly) Qualidade de um produto que faz com que a compreensão de sua função seja imediata, e seu uso seja fácil, simples.

User-oriented / marketing-oriented: (Mk.) [Ingl. ] Orientado ao usuário / orientado para o marketing, conforme as expressões inglesas. No primeiro caso, aplica-se a uma empresa que procura adequar seus produtos às necessidades já detectadas de seu público-alvo. No segundo caso, o sentido é inverso: a empresa desenvolve produtos e depois cria fortes estratégias de marketing persuasivo para convencer o público das suas vantagens.

Uso funcional: (Dp.) Uso de um produto na função para a qual foi criado. Por exemplo: um banco, que serve para sentar.

Uso não-funcional: (Dp.) Uso de um produto para função ou finalidade diferente daquela para qual foi criado. Por exemplo, um banco de jardim quando utilizado para manobras de skate. Uma das dificuldades de prever-se acidentes com produtos reside justamente na possibilidade de usos não-funcionais . Outro exemplo comum é o de crianças ingerirem produtos de limpeza ou remédios. Para evitar acidentes desse tipo, projetam-se tampas com sistemas de segurança para abertura.

Usuário: (Dp.) Pessoa que utiliza determinado produto, e para a qual ele é concebido e desenvolvido.

Valor: (Dg.) O mesmo que brilho, claridade ou l uminosidade.(Ver também Matiz e Saturação).

Valor agregado: (Gd.) Benefícios que diferenciam um produto de seus concorrentes, de tal modo que o consumidor pode achar vantajoso comprá-lo mesmo pagando mais caro. Envolvem aspectos funcionais ou estéticos.

Via Design: Programa nacional de incentivo à utilização do design como instrumento de agregação de valor a produtos e serviços, criado pelo SEBRAE, com o objetivo de elevar a competitividade das pequenas e micro empresas.

Vinheta: (Dg.) Pequeno elemento gráfico ilustrativo utilizado para compor a diagramação.

Vintage: (Md.) [Ingl.] Palavra que significa “safra” e é aplicada a vinhos de qualidade. Em moda, o conceito vintage indica a apropriação de uma peça do vestuário tal e qual foi no passado, recente ou distante, incorporandoa a um repertório atual.

Visagismo: (Md.) Novo conceito no estudo de l inhas, ângulos, formas e cores aplicados em técnicas profissionais de cabelo e maquiagem, que busca um visual equilibrado e personalizado entre biótipo, idade e ambiente sociocultural do cliente.

Vista: (Dp.) Desenho bidimensional que corresponde às partes frontal, lateral ou posterior de um objeto ou edificação. É utilizado para representação de suas alturas e larguras externas.