Utilizamos linguagem de fácil compreensão. Direto ao assunto.
 
>>OQ vc preCISA sabER sobre ...
 

Nosso site foi todo remodelado devido à mudança de mercado, vimos à necessidade de nossos clientes e as solicitações de produtos para o pequeno varejo, atendemos empresas com porte de exportação e agora os pequenos também querem e estão começando a exportar, são muitos os profissionais liberais que estão montando seus escritórios e suas pequenas clínicas e não suportam o valor de uma criação que gasta 60 dias de honorários e pesquisas.
Então novamente a 12tribos Corp. assume a posição de camaleão mescla-se as novas tendências para continuar a fazer você crescer e aparecer.
Temos agora pacotes de criação para o varejo onde podemos criar uma ´Logo` em apenas cinco dias, o normal é 30 dias no mínimo! Nós também crescemos e com um Park Gráfico montamos um kit de produtos com preços mínimos para alavancar seu negócio.


Agora vamos entender algumas coisas básicas para seu negócio de fato prosperar!


O mercado não pára. Porque as pessoas não ficam constantemente com os mesmos pensamentos, apesar disso a maioria dos empreendedores que deveriam observar isso não observam.

São anos de explicações a nossos clientes o porque dessa cor, daquele modelo de letra, o espaçamento entre as imagens, e o que irá promover na mente do consumidor. Isso tudo para tentarmos fazer a empresa do mesmo conseguir uma fatia do mercado, mas é como se estivéssemos enfrentando um inimigo que não quer crescer. (Seu modo de pensar resiste querendo impor isso sobre o consumidor).

Vejamos alguns exemplos vividos

Estávamos remodelando um jornal local, o editor experiente recusava quase todas as modificações, apelava para suas experiências de 25 anos de mercado, que é ouro se utilizadas corretamente, bem, fiz uma proposta para conseguir terminar o projeto que ele tanto impedia.
“Seis meses, é isso que preciso, e durante esse tempo o senhor não intervem em nenhuma modificação e veremos qual será a receptividade dos leitores.”
Ele aceitou com muita resistência, mas aceitou. E em seis meses o jornal tinha dobrado o volume de tiragem de edições, conseguiu contratos com o governo local e Federal, e começou a ser lido em cidades que antes eram desprezadas pela logística.

A cliente queria vender todo seu estoque, após uma pequena olhada na loja, foi identificado que a fachada não estava direcionada para os clientes que ela desejava. Sua programação visual estava baseada em um jornal e não numa placa, ou seja, tudo que ela tinha na loja estava descrito na placa, cerca de cinco linhas de escrita numa placa de 8x2metros. Impossível atingir alguém com essa programação visual. Sugerimos a mudança inicial que ela recusou de prontidão.
Ela tinha bons planos, iria construir um prédio no local e fazer um mini shopping, só esqueceu de um pequeno detalhe, “o mercado muda constantemente”, infelizmente não resistiu e sua loja com 15 anos de tradição foi à falência. Vimos isso no shopping mais antigo de Brasília onde uma tradicional casa de artigos esportivos insistia em permanecer com o visual da época que os árabes tomavam conta da avenida comercial de Taguatinga. Poderiam aproveitar os ventos modernos e virarem franquia, mas... foi fechada e muitos de nós que comprávamos ali desde criança sentimos um gosto ruim de saudade e fim dos tempos.

Estes exemplos foram reais e poderíamos escrever um livro sobre isso – boa idéia – são evidência do que nos anos 90 o SEBRAE em suas palestras tentava fazer os empreendedores entenderem, “ não faça um chinelo verde e tente vender a um consumidor que quer comprar um chinelo rosa! Faça um chinelo rosa e cresça, não é isso que você deseja? Crescer?! ”.
Os consumidores não pensam como o empreendedor, precisamos entender que o consumidor tem pensamentos próprios. Aproveitamos as tendências e não forçamos alguém a comprar algo que ele não quer.


CORES

As cores são fundamentais, elas produzem sensações para cada tipo de produto lançado, projetos gráficos, visuais de lojas, fachadas, veículos de propaganda. Observem os fast food´s como Mc Donald´s, Bob´s, entre tantos, são cores padrões, vermelho, amarelo, existe uma psicologia atrás disso.
As lojas de produtos de bebês e artigos infantis, as de informática e equipamentos automotivos. Todas as cores utilizadas estão ali por um objetivo além de beleza e estética, o designer responsável por utilizar essas técnicas traz o produto/serviço a total clareza aos olhos do cliente, nada fica impossível, difícil de ser utilizado.
Em 1991 utilizávamos os PC 286 com o DOS e seus gráficos de duas ou três cores, então apareceu o Windows, nossa que revolução, era o desejo de consumo de todos, em 94 o primeiro 486 com sua super velocidade e agora o Windows 3.11 vinha com aquele visual incrível e um negócio chamado de rato – mouse – Nossa! E assim foi até hoje, a cada nova versão de Windows seu visual e facilidade de uso foram conquistando mais clientes, enquanto os outros insistiam que eram melhores mas não remodelavam sua aparência, sua programação visual para facilitar o uso pelo cliente. E o resultado todos nós sabemos, a Microsoft criadora do sistema domina o mercado, depois de anos as concorrentes abriram os olhos e começaram a investir em facilitar seu visual para manipulação dos programas e sair do prejuízo.
Fazemos interfaces de softwares, e percebemos ainda a resistência de empreendedores que pensam que o designer de seus produtos não passam de detalhes supérfluos, e que o que interessa é o que a ferramenta (seu softwear pode fazer) pode parecer incrível mas ainda tem gente que raciocina hoje como se estivesse ainda em 1980, por isso que empresas com a Microsoft dominam.

Os desenhos dos acessos aos programas e ferramentas utilizadas em celulares contam muito peso na hora da venda do produto, vejo vários amigos que deixaram de adquirir novos celulares moderninhos e pequenos porque não conseguiam acessar uma simples agenda para discar o número, ou achar o nome da pessoa somente pelas duas ou três letras iniciais, a confusão do acesso e a variedade de cores fazem o celular ficar mais complexo de se utilizar que o próprio computador.

Televisão com múltiplas funções, máquinas de lavar, fornos microondas, estão com um desenho de função tão complexo que vejo pessoas que nem mesmo conseguem ligar o equipamento. Faço testes com vários tipos de pessoas, pensamentos, formações e é triste perceber que ao invés de evoluirmos a indústria em si está involuindo.
Os recursos e a tecnologia agregada aos produtos estão deixando de serem usados pelo simples motivo dos usuários não terem acesso devido ao designer de manipulação.
Isso vai acarretar em pouco tempo o retrocesso. Pessoas irão querer produtos simples, como o que já está ocorrendo com o celular, “só quero algo que ligue e funcione”.

Vermelho Ferrari é um bom exemplo de como as cores assumem personalidade sobre um produto bem desenhado e pintado. (veículo italiano famoso pelo porte e mecânica).
Pense comigo sobre um produto que será vendido as nações árabes, e lá do oriente médio, quais serão as cores que posso utilizar? Será que utilizando o tão tradicional vermelho, azul real, branco não afetará meu produto? São as cores das bandeiras dos EUA e Inglaterra, será que despertará rejeição? E as roupas? Terão os mesmos cortes, posso utilizar cores cítricas, será que as mulheres usam fio dental no lugar de asa delta?

 

FONTES – Letras

As fontes falam. Não duvide. Um convite de casamento com letras desbotadas, quadradas, dá a imagem de sem graça, sem sonho, sem magia, um folder com letras iguais as das pichações que vemos nos muros e que ninguém além daquela própria tribo pode ler não tem poder de venda, as letras serifadas com as pontinhas como a Times bastante utilizada nos jornais diários, têm o objetivo de não fadigar os olhos, como também os espaços utilizados entre as imagens e o formato das colunas de textos e sua programação visual interna.

 

FORMATOS - Tamanho

Há alguns anos atrás os jornais adotaram um novo padrão no formato – tamanho – para tanto economizar no papel como também na manipulação do produto pelo leitor. O mercado estava pedindo isso há muito tempo, tudo reduziu, os celulares são prova diária disso.
A tendência atual é velocidade, velocidade de transmissão, de conexão, de transferência de pensamentos, de veículos, de transportes e etc....
Então o modelo de fachadas foram redirecionadas, ao invés de longos desenhos de logomarcas, temos espaços limpos e pequenas logos, ande em um shopping e perceba isso.
Dependendo de onde você estiver é necessário utilizar-se dessa tendência e fazer seu produto/serviço/loja destacar-se entre os demais.
Seu banner – faixa em inglês – ou display – como muitos ainda chamam – deve seguir essa tendência, é necessário analisar caso a caso, observar o ambiente, a rua, o corredor, mapear os concorrentes e aplicar as técnicas para acertar o alvo.

 

MÍDIA – qual?

Vamos contra o Aurélio agora. Em resumo MÍDIA é o que vai levar sua imagem até o consumidor, pode ser um papel impresso em silk-serigrafia ou gráfica com suas promoções, pode ser uma revista ou um jornal, pode ser um anúncio só de voz em um carro de som ou numa rádio, ou imagem e áudio num canal a cabo ou televisão aberta, e via Internet com recursos de interatividade ou não.

A mídia que você irá usar pode trazer resultados ou não, disso depende vários fatores que sua agência é que definirá. Não é atirando no escuro que você conseguirá despertar interesse nos consumidores, o ser humano é complexo, e são várias informações trabalhadas pela equipe que conseguirão uma alternativa que tenha mais resultado.

 

Exemplo de Escolha de Mídia

Realizamos o designer de uma propaganda para mídia jornal de uma agência, seu contato que trouxe o briefing-resumo dos dados necessários para criarmos a propaganda nos disse que precisava dar ênfase às promoções da loja situada no shopping no centro da cidade. Durante a execução da arte vimos que a agência anunciaria na sexta, justamente quando o jornal direciona todo seu marketing para eventos culturais, informamos isso ao contato, mostrando que seria de melhor proveito o anuncio na terça onde o marketing do jornal investia seu Caderno de Informática e que os consumidores que queriam comprar produtos de informática o procuravam. A agência escolheu a mídia certa, mas o dia errado, e durante cinco meses continuaram nesse erro, ao final o cliente gastou 50 mil reais em propaganda e não obteve resultado algum. Por mais que nossas artes fossem ótimas, elas não estavam no lugar certo, por isso o conjunto é que faz o resultado, os empreendedores que opinam que desejam sua propaganda ali, e do jeito que acham melhores, serão os mesmos que irão cobrar resultados quando estes não aparecerem, por isso existimos, se todos tivéssemos os conhecimentos de mecânica não precisaríamos levar nossos carros as oficinas, não é mesmo?

Veja um pequeno manual de mídia para você ser um parceiro dos designer´s e não um adversário de quem quer que você cresça e apareça.

Marcio Leite